O que o guia traz
- O que a norma permite nas redes próprias. A rede do médico como canal lícito de publicidade e de educação, inclusive no perfil que mistura vida pessoal e trabalho.
- Bio e identificação. Nome, CRM com a palavra MÉDICO, especialidade com RQE, pós-graduação sem RQE e perfil de clínica, com exemplos no formato do Manual.
- Educar sem consultar. Onde passa a linha entre educação em saúde e consulta, com critérios para caixinha de perguntas, comentários e mensagens diretas.
- O que evitar. Marca comercial, publicidade de produto, insinuação de resultado, especialidade sem RQE, antes e depois, repostagem de elogios e conteúdo temporário.
- Produtos, programas, preços e descontos. Valor de consulta e de procedimento, campanhas de desconto, cursos para leigos e parcerias com marcas.
- Como a Codame atua. Consulta prévia, etapas do procedimento e o que fazer ao receber uma notificação.
Também no guia: um quadro que confronta as leituras mais comuns sobre publicidade médica com o que a norma diz, o checklist antes de publicar e 13 textos-modelo prontos para adaptar, de bio a declaração de conflito de interesse.
Cada orientação traz o rótulo e a fonte
O guia separa o que a norma proíbe do que ela permite com condições e do que é apenas cautela recomendada pelo escritório. Assim, quem lê sabe o peso de cada orientação antes de mudar o perfil.
Normas consultadas: Res. CFM nº 2.336/2023 e Manual de Publicidade Médica (2024), Código de Ética Médica, Res. CFM nº 1.958/2010, nº 2.314/2022 e nº 2.380/2024.
Uma regra do guia, como amostra
A pergunta pode ser individual. A resposta não deve se transformar em consulta.
A Resolução CFM nº 2.336/2023 veda oferecer consultoria a pacientes e familiares como substituição da consulta médica (art. 11, XI). Uma situação concreta relatada por um seguidor pode servir de ponto de partida para educação em saúde: o médico explica o tema em caráter geral, indica sinais de alerta e orienta quando procurar atendimento. O que deve evitar é avaliar clinicamente aquele caso, formular diagnóstico, prescrever ou ajustar tratamento.
O capítulo 3 completo está no guia. Receber o guia
Para quem é o guia
- Médicos que publicam nas próprias redes, em perfil exclusivamente profissional ou em perfil que mistura vida pessoal e medicina, que a resolução sujeita às mesmas regras.
- Gestores e diretores técnicos de clínica. No perfil do estabelecimento, quem responde pela publicidade é o diretor técnico-médico, e o guia traz a identificação própria desse perfil.
- Equipes que produzem conteúdo para médicos, como assessoria de comunicação e social media, que precisam conhecer os limites antes de propor a peça.
O guia tem caráter informativo. Não substitui a análise do caso concreto nem a consulta prévia à Codame do seu CRM, que a própria resolução assegura (art. 13, V).
Perguntas frequentes
O guia tem custo?
Não. O material é informativo e liberado sem custo depois do cadastro.
Serve para o perfil de clínica?
Sim. O capítulo 2 trata da identificação do estabelecimento e do diretor técnico-médico, que responde pela publicidade da clínica.
O guia substitui orientação jurídica ou a consulta à Codame?
Não. Ele organiza as normas do CFM e indica a fonte de cada regra, mas não analisa o caso concreto. Na dúvida sobre uma peça, a resolução assegura ao médico a consulta prévia à Codame do seu CRM.
As normas estão atualizadas?
O guia considera as normas do CFM vigentes em outubro de 2026.
O que vocês fazem com os meus dados?
Usamos nome, WhatsApp e e-mail para liberar o guia e registrar o pedido. O Instagram, se informado, serve apenas para sabermos se o perfil é de médico ou de clínica. Outros conteúdos só seguem se você marcar a opção no formulário. Os detalhes estão na Política de Privacidade.